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Brasil de norte a sul

A Portela levou para a Marquês de Sapucaí sua homenagem ao príncipe Custódio Joaquim de Almeida (Foto: Divulgação)



# Despertou muito interesse a passagem da Escola de Samba Portela, apresentando o enredo O Mistério do Príncipe do Bará — A oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande. Osuanlele Okizi Erupê, que no Brasil adotou o nome Custódio Joaquim de Almeida, Príncipe de Ajudá, também conhecido como Príncipe Bará, natural do Benin, é um dos personagens mais originais e incomuns da história do Rio Grande do Sul. Vale relembrar que Carlos Galvão Krebs, precursor das pesquisas a respeito das religiões de matriz africana, publicou amplos relatos a respeito do Principe do Bará.


Agremiação carioca apresentou o enredo O Mistério do Príncipe do Bará – a oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande (Foto: Divulgação)

A agremiação carioca apresentou o enredo O Mistério do Príncipe do Bará – a oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande (Foto: Divulgação)


# A Estação Primeira de Mangueira, minha escola do coração, foi a última a entrar na Marquês de Sapucaí, no domingo (dia 15), e apresentou a bonita história de Raimundo dos Santos Souza, o sábio das ervas, xamã e babalaô Mestre Sacaca (1926-1999). Buscando no Amapá outra personagem lendária para mostrar a versatilidade religiosa e racial do Brasil. Portela e Mangueira, independente das pontuações dos jurados, garantiram espetáculos magníficos no carnaval de 2026.


Custódio Joaquim de Almeida, Príncipe de Ajudá, foi uma figura marcante de Porto Alegre (Foto: Divulgação)

Custódio Joaquim de Almeida, Príncipe de Ajudá, foi uma figura marcante de Porto Alegre (Foto: Divulgação)